Modernização de sistemas legados e revisão de segurança | KXP
Modernização de sistemas legados

Seu sistema saiu do suporte. Os ataques, não.

Modernizamos módulo por módulo, com o sistema no ar, até ele voltar para versões que recebem correção de segurança.

Exemplo de inventário Diagnóstico de risco
  • Linguagem PHP 7.4 Fora de suporte
  • Runtime do back-end Node.js 20 Fora de suporte
  • Dependências 14 com CVE conhecido Priorizar
  • Segredos 2 chaves no histórico do Git Trocar
  • Pipeline de CI Sem varredura de dependências Ajustar
Engenheiro da KXP aprova Cada achado confirmado por um engenheiro da KXP
Por que agora

A versão corrigida só sai para quem está em linha suportada

Três falhas de outubro de 2026 mostram o padrão. Em todas, quem estava numa versão antiga ficou exposto.

  1. Outubro de 2026

    PHP

    Duas falhas críticas de execução remota de código no PHP. Versão corrigida só saiu para as linhas suportadas, da 8.2 em diante; quem está na 8.1 ou anterior depende do fornecedor ou de aplicar o patch por conta própria.

  2. Outubro de 2026

    Node.js

    Na mesma semana, o Node.js corrigiu uma falha de execução remota no decodificador Brotli. A linha 20, já fora de suporte, ficou sem a correção.

  3. Outubro de 2026

    GitLab

    Uma falha de nota máxima (CVSS 10) no GitLab self-managed afetava releases publicadas desde 2014.

O padrão
  • A versão corrigida sai só para as linhas suportadas.
  • O tempo entre a divulgação de uma falha e o primeiro exploit está encolhendo.
  • Falhas escondidas há 10 a 20 anos em código antigo aparecem todo mês.
O que entregamos

Primeiro o risco, depois a modernização

O diagnóstico mostra onde está o risco; a modernização tira o sistema dele, sem parar a operação.

Diagnóstico de risco

Uma revisão técnica do que roda hoje, que termina num relatório com prioridades.

  • Revisão de código e de arquitetura
  • Inventário de linguagens, runtimes e frameworks fora de suporte
  • Dependências com CVE conhecido
  • Higiene de segredos e do pipeline de CI

Você recebe: o que corrigir primeiro, e por quê.

Modernização incremental

O sistema sai do fora de suporte uma parte por vez, sem parar a operação.

  • Atualização de runtime e de framework para versões suportadas
  • Substituição módulo por módulo, com o sistema antigo e o novo funcionando juntos
  • Reescrita só nos trechos em que ela compensa
  • Testes antes de cada troca ir para produção

Você recebe: o sistema em versões que voltam a receber correção.

O mecanismo

Uma troca por vez, com o sistema no ar

Cada módulo sai do fora de suporte separadamente. O sistema antigo e o novo funcionam juntos até a última troca.

Diagrama: em quatro etapas, os cinco módulos de um sistema de exemplo saem, um por vez, de versões fora de suporte para versões suportadas, com o sistema no ar o tempo todo. A reescrita aparece em um único módulo.
Como trabalhamos

Varredura automatizada, confirmação humana

A varredura acha rápido; o engenheiro confirma. Só vai para o relatório o que foi verificado.

  1. Acesso autorizado

    Você nos dá acesso ao código e ao inventário dos sistemas, com autorização por escrito.

  2. Varredura automatizada

    Uma varredura automatizada levanta versões fora de suporte, dependências com CVE conhecido e segredos expostos no código e no CI.

  3. Confirmação por engenheiro

    Cada achado é confirmado por um engenheiro da KXP antes de entrar no relatório.

    Engenheiro da KXP aprova
  4. Relatório com prioridades

    O que corrigir primeiro, por quê, e o caminho para sair do fora de suporte.

  5. Modernização módulo por módulo

    Atualizamos e substituímos uma parte por vez, com o sistema no ar e testes antes de cada troca.

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Perguntas frequentes

Preciso reescrever tudo?

Na maioria dos casos, não. Atualizar o runtime e o framework e trocar os módulos mais críticos costuma tirar o sistema do fora de suporte. A reescrita entra só nos trechos em que manter custa mais do que refazer, e o diagnóstico mostra quais são.

O sistema para durante a migração?

Não. A modernização é incremental: trocamos uma parte por vez, com o sistema antigo e o novo funcionando juntos, e cada troca passa por testes antes de ir para produção.

Vocês fazem pentest?

Não. Fazemos revisão técnica: código, arquitetura, versões fora de suporte, dependências com CVE conhecido, segredos e CI, sempre sobre o que você nos fornece e com autorização por escrito. Não fazemos testes de invasão contra os seus sistemas.

Vamos olhar o seu sistema?

Conte o que roda hoje e em que versões. A gente mostra por onde começar.

Vamos conversar