PHP
Duas falhas críticas de execução remota de código no PHP. Versão corrigida só saiu para as linhas suportadas, da 8.2 em diante; quem está na 8.1 ou anterior depende do fornecedor ou de aplicar o patch por conta própria.
Modernizamos módulo por módulo, com o sistema no ar, até ele voltar para versões que recebem correção de segurança.
Três falhas de outubro de 2026 mostram o padrão. Em todas, quem estava numa versão antiga ficou exposto.
Duas falhas críticas de execução remota de código no PHP. Versão corrigida só saiu para as linhas suportadas, da 8.2 em diante; quem está na 8.1 ou anterior depende do fornecedor ou de aplicar o patch por conta própria.
Na mesma semana, o Node.js corrigiu uma falha de execução remota no decodificador Brotli. A linha 20, já fora de suporte, ficou sem a correção.
Uma falha de nota máxima (CVSS 10) no GitLab self-managed afetava releases publicadas desde 2014.
O diagnóstico mostra onde está o risco; a modernização tira o sistema dele, sem parar a operação.
Uma revisão técnica do que roda hoje, que termina num relatório com prioridades.
Você recebe: o que corrigir primeiro, e por quê.
O sistema sai do fora de suporte uma parte por vez, sem parar a operação.
Você recebe: o sistema em versões que voltam a receber correção.
Cada módulo sai do fora de suporte separadamente. O sistema antigo e o novo funcionam juntos até a última troca.
A varredura acha rápido; o engenheiro confirma. Só vai para o relatório o que foi verificado.
Você nos dá acesso ao código e ao inventário dos sistemas, com autorização por escrito.
Uma varredura automatizada levanta versões fora de suporte, dependências com CVE conhecido e segredos expostos no código e no CI.
Cada achado é confirmado por um engenheiro da KXP antes de entrar no relatório.
O que corrigir primeiro, por quê, e o caminho para sair do fora de suporte.
Atualizamos e substituímos uma parte por vez, com o sistema no ar e testes antes de cada troca.
Na maioria dos casos, não. Atualizar o runtime e o framework e trocar os módulos mais críticos costuma tirar o sistema do fora de suporte. A reescrita entra só nos trechos em que manter custa mais do que refazer, e o diagnóstico mostra quais são.
Não. A modernização é incremental: trocamos uma parte por vez, com o sistema antigo e o novo funcionando juntos, e cada troca passa por testes antes de ir para produção.
Não. Fazemos revisão técnica: código, arquitetura, versões fora de suporte, dependências com CVE conhecido, segredos e CI, sempre sobre o que você nos fornece e com autorização por escrito. Não fazemos testes de invasão contra os seus sistemas.
Conte o que roda hoje e em que versões. A gente mostra por onde começar.